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SUMÁRIOPREFÁCIO:
1. Eu
não consegui um emprego de verdade 1. Eu não consegui um emprego de verdade
NINGUÉM
compra qualquer coisa de nós a não ser que tenha um problema que
acha que nós possamos resolver. Se você gosta de ajudar as pessoas a
resolver problemas, continue lendo.
2. Um bom cliente é difícil de encontrar Qual é o seu conceito de vender. Você concordaria que o resultado final da boa venda é um cliente leal? Em outras palavras, se eu saio e faço visitas de venda e sou bem-sucedido, você concordaria que minha avaliação daquele sucesso seria um cliente leal para minha companhia?.Escreva todas as razões que você conhece pelas quais estas pessoas são leais a você. Por que elas virão de volta ou pelo menos recomendarão você aos seus amigos que têm problemas ou necessidades semelhantes? - Nós resolvemos os problemas deles.. - Mantivemos alta qualidade. - Nosso preço é justo. - Nós compreendemos as necessidades e os problemas deles. - Nós nos importamos com nossos clientes. “As pessoas não se importam com o quanto sabemos até que saibam o quanto nos importamos”. - Nós nos tornamos amigos.
- Confiança.
3. Por que eles compram? Por que eles não compram? Agora voltemos à nossa premissa original. “Ninguém compra coisa alguma de nós se não tiver um problema que pensem que podemos resolver.” Se pudermos compreender por que as pessoas decidem comprar alguma coisa para resolver um problema, compreenderemos o que temos de fazer a fim de nos envolvermos naquele processo. Quando queremos vender alguma coisa às pessoas, nós realmente queremos que elas mudem seu comportamento. Se estão comprando de outro, queremos que elas passem a comprar de nós. Se não estão comprando coisa alguma para resolver o problema, queremos que comprem de nós para resolver seu problema. Assim, podemos reformular nossa afirmação original para: “As pessoas não mudarão seu comportamento a não ser que tenham um problema que pensem que será resolvido se mudarem seu comportamento”.
Portanto, se quisermos compreender o processo de compra e
como nos envolver com ele, teremos de compreender por que as pessoas
mudam seu comportamento (ou compram alguma coisa). Chamamos isto “O
Ciclo da Mudança de Comportamento”. Também pode ser chamado
“trabalho” ou “atividade” ou “vida”. É o que nós seres humanos
fazemos o tempo todo. Basicamente estamos falando de motivação. Por
que as pessoas são motivadas para fazerem o que fazem?
4. Por que você está aqui? Agora que você sabe por que as pessoas compram alguma coisa e qual a parte que você pode representar nesse processo, vejamos como você pode fazer para conseguir envolver-se nesse processo. Eu chamo isto “Declaração do Propósito da Visita”. Ela diz ao cliente potencial qual o propósito de sua visita. Prepara a cena para pôr você em uma posição de fazer perguntas e envolver-se no negócio do cliente potencial e em última análise com seus problemas. Lembre-se: Se eles não têm um problema, nós não temos uma venda.
A “Declaração do Propósito da Visita” é um passo breve mas
extremamente necessário em todo contato com o cliente potencial.
Você a utiliza para conseguir o primeiro encontro. Você a utiliza
novamente para estruturar a primeira entrevista. Você a revisa e usa
novamente em cada visita subseqüente. Nosso propósito principal em
uma visita é descobrir os problemas e fazer nosso cliente
enxergá-los, compreendê-los e querer resolvê-los. Nós agora
desenvolvemos uma afinidade. Isto é, estamos ambos à vontade um com
o outro e prontos para começar a trabalhar. Criar afinidade é
MUITO importante.
5. Bater papo não é de todo mau Desenvolvimento de afinidade. Todo mundo sabe que você precisa desenvolver afinidade com um cliente potencial. O desenvolvimento de afinidade é parte de nossas vidas. Estamos constantemente assegurando uns aos outros que nós também somos humanos. Somos iguais. Pensamos, sentimos, rimos, choramos, sofremos, desfrutamos de maneira muito semelhante. Um dicionário define afinidade como uma relação harmoniosa e compreensiva entre pessoas. Mas a questão é que as pessoas mudam a si mesmas para desenvolver afinidade conosco se elas estão vindo até nós para resolver seus problemas. A grande diferença quando fazemos uma visita é que a bola está com eles. Nós estamos no campo deles. Nós pedimos o seu tempo. Queremos que eles resolvam nossos problemas. Somos responsáveis por desenvolver a afinidade. Um grande problema no desenvolvimento de afinidade é o que eu chamo “Tensão de Relacionamento”. Compreender este problema humano muito comum é essencial para o desenvolvimento de afinidade no terreno da outra pessoa. Nesse momento, outro tipo de tensão se estabelece — a Tensão de Tarefa. Todos nós necessitamos da tensão. Há tensão entre os músculos quando levantamos um dedo. Não podemos caminhar, falar, trabalhar ou pensar sem tensão. A tensão é boa. Mas a Tensão de Relacionamento é prejudicial e precisamos compreendê-la e aprender a removê-la tanto em nós como nos outros. Resolver problemas é trabalho, ou uma tarefa. Assim, nossa Tensão de Tarefa tem de estar alta, temos que ser cooperativos e criativos, se quisermos realizar alguma coisa durante nossa visita. Assim, é fácil ver que o desenvolvimento de afinidade é uma necessidade absoluta para que tenhamos sucesso em encontrar e definir o problema de nosso cliente potencial a fim de apresentarmos nossa solução.
Quatro maneiras de as pessoas mostrarem a Tensão de
Relacionamento: Evitando as pessoas, tornando-se ditatorial,
atacando e aquiescendo. Tendemos a relacionar-nos mais facilmente
com aquelas pessoas que reagem do mesmo modo que nós. Esta reação
vem do nosso estilo interpessoal. Aprender a ler o estilo dos outros
será de grande valia para ajudar-nos a desenvolver afinidade com uma
quantidade maior de pessoas.
6. Estilo Pessoal: A linguagem da diferença Se entro no seu escritório, posso reconhecer imediatamente se você é como eu, e se eu posso ser “simplesmente como eu mesmo”. Se você é muito diferente de mim, posso também determinar muito facilmente qual é o seu estilo e, portanto, obter algumas diretrizes bem precisas de como terei de portar-me para fazer você sentir-se à vontade. Todos nós desenvolvemos certos comportamentos que expressam nosso estilo pessoal, nossos temores e nossas necessidades. Sua premissa fundamental é que há quatro estilos interpessoais básicos. Cada estilo tem suas próprias necessidades e preocupações. Todos os problemas parecem originar-se de preocupações de alguém, mas preocupação é o lado negativo do estilo. Encaremos primeiro o lado positivo. Toda vez que você tenta rotular as pessoas você se mete em problemas. Estas são diretrizes, não regras. Sempre há probabilidade da pessoa mudar, mas compreender estilos pode ser muito útil na construção de relacionamentos.
Há realmente apenas três aspectos do comportamento
que interpretamos. As pessoas usam estes três aspectos em combinação
para expressarem seus estilos. O aspecto mais visível do
comportamento é a assertividade.
7. Nós falamos espanhol Deixar de insistir que se fale apenas a minha linguagem e começar a falar a da outra pessoa; isto se chama versatilidade; Em outras palavras, é o grau de aceitação partilhado por pessoas de vários estilos. Nossa versatilidade é um fator importante na eficácia em lidar com as pessoas, seja na área de vendas ou na área gerencial. Dar às outras pessoas o que elas precisam nos nossos relacionamentos não é agir sempre do mesmo modo que elas. Temos pessoas à nossa volta porque elas gostam e precisam de nós do jeito que somos. Apesar de ciente das diferenças de estilo, se elas existem não tenho de pensar muito sobre elas até que haja uma mudança crítica ou uma apresentação de proposta em que estou pedindo uma mudança. Sempre levo em conta o estilo da pessoa a quem estou apresentando a proposta. Uma abordagem é escrever a proposta em formato de esquema. Este é um sumário do meu entendimento sobre a situação do cliente, problemas e necessidades. Esta parte da proposta freqüentemente é escrita para refletir o estilo do destinatário. A apresentação da proposta e o estilo de decisão de cada um também é importante. Outra ocasião para se atentar aos estilos é quando ocorre conflito. Isto pode ser verdade quando você está tentando motivar um funcionário ou tentando vender a um cliente ou a um cliente potencial. Versatilidade, a aprovação de seu comportamento, é a chave para o sucesso nos relacionamentos, quer você esteja vendendo para as pessoas, gerenciando-as, ou simplesmente tentando ter um relacionamento significativo com elas.
Em todos os estudos de estilo que vi não há
correlação entre estilo e sucesso no trabalho ou no lazer. Isto é
igualmente verdadeiro para pessoas em vendas, bem como para gerentes
e mesmo presidentes de enormes corporações.
8. Conquistando amigos e influenciando pessoas Escutar é a chave para compreender. Compreender é a base de todos os relacionamentos. Uma parte integrante do escutar é fazer boas perguntas. No início da conversação faço perguntas abertas que dêem abertura ao cliente. Para mostrar-me o que é importante para ele. No começo da conversação posso seguir qualquer um destes três caminhos que me pareça apropriado. Eu posso dizer: “Como você entrou neste negócio?”. Esta é a abordagem histórica. Os outros dois envolvem processo e mercado. A pergunta sobre processo poderia ser: “O que você faz?”. Esta seria sobre mercado: “Para quem você faz isto?”. A abordagem de mercado quer saber sobre clientes. “Para quem você faz isto?” Ela pode vir depois que você tem informação sobre a história e os produtos. Ou pode ser uma alternativa quando você conhece a história e os produtos de um cliente potencial e a pessoa que você está visitando sabe disto.
Ouvir é uma técnica. Tem de ser aprendida e
praticada. Exige um esforço consciente. Se você pensa que é sempre
um bom ouvinte, pergunte-se sobre a última vez em que encontrou um
estranho. Você lembrou o nome dele?
9. Por favor, entenda-me Certa vez me disseram que assim que os banqueiros aprendem a vender, concentram-se na etapa de desenvolvimento de relacionamentos. Funcionários de banco estão acostumados a resolver um problema quando ele lhes é trazido por um cliente. Eles se sentem bem à vontade, quando em casa, para apresentar uma solução. Assim, quando divisam um problema na conversa com o cliente, é natural para eles começar a resolvê-lo, apesar de o cliente não ter tido tempo para definir e compreender claramente o seu problema e, o mais importante, não ter desenvolvido a motivação para buscar uma solução. Se você já se acostumou a esperar que seus clientes venham com um problema que você sabe como resolver, provavelmente você vai logo dando a solução. Isto funciona bem dentro de sua empresa porque o cliente já foi longe o bastante através do ciclo problema/solução para sentir a aflição do seu problema e está pronto para escutar uma solução. Isto pode não funcionar quando você está fazendo a visita. Isto é verdadeiro mesmo se o cliente o contatou e lhe pediu para ir até ele para discutir um problema.
A motivação que decorre da compreensão de seu
problema pode ainda não ter acontecido. E, de qualquer modo, o
cliente não teve a experiência de estudá-lo com você de modo a saber
que você compreende claramente o problema dele. Assim, uma boa lista
de perguntas relativas aos problemas que você resolve é uma primeira
prioridade. Ter esta lista de perguntas claramente formulada e
pronta é uma habilidade fundamental ao vender suas soluções.
10. Já resolvemos este problema antes Você está pronto(a) para fazer sua apresentação. Suponhamos que sua 1ª. visita tenha sido boa, aprendeu a respeito do negócio de seu cliente potencial. Desenvolveu um bom relacionamento. Descobriu um ou mais problemas que acha que pode resolver. Apresentou uma boa avaliação por escrito. Agora, está pronto(a) para apresentar sua solução. Algumas regras básicas que devem ser lembradas ao apresentar-se a solução: 1) É uma solução. Encare-a não como seu serviço ou produto, mas como a solução do problema que você acabou de definir. 2) Ponha-se no lugar do seu cliente. Se você estivesse ouvindo isto pela primeira vez o que gostaria de escutar? 3) Fale de benefícios (maneiras pelas quais seu produto ou serviço resolve o problema do cliente) antes de características (são como ele funciona ou o que ele faz). 4) Não abandone as habilidades que você desenvolveu ajudando clientes no seu local de trabalho. Essencialmente, seu cliente está quase na mesma situação que do cliente que entra pela sua porta, com o problema na mão. Confie em você. Para que negociamos? Negociamos para beneficiar os outros. Se não for assim, então nossos negócios não prosperarão. Todo negócio é uma questão de reciprocidade, de dar alguma coisa em troca de alguma outra coisa.
Apresentar sua solução para o problema de um cliente
é muito parecido com qualquer outra apresentação que você possa
fazer. Algumas diretrizes para planejar uma apresentação: 1)
Estabelecer um objetivo. 2) Analisar a platéia. 3) Planejar a
abertura e o fechamento. 4) Planejar o conteúdo. 5) Planejar a
participação da platéia. 6) Planejar o ambiente. 7) Planejar os
audiovisuais. 8) Planejar a solicitação de ação.
11. Qual é o nosso próximo passo? As pessoas geralmente nos dizem quando estão dispostas a comprar. Elas nos dão os sinais. Elas fazem perguntas como: “Se fizermos isto, quando você pode começar o projeto?”. Isto é chamado de um sinal de compra. Quase toda declaração ou pergunta que coloca o cliente na solução é um sinal de compra. Sinais de compra podem tomar muitas formas. Eles diferem conforme as circunstâncias, o produto, o cliente. Você terá de aprender a atentar para aqueles que se adaptam à sua situação. Depois de dominar o conceito, você estará capaz de reconhecer os sinais de compra que dizem respeito ao seu negócio. Então uma decisão deve ser tomada. A escolha do momento oportuno é fundamental para fechar o negócio. Algumas vezes, se você pede muito cedo, recebe um não que depois é difícil de superar. Há, realmente, uma arte no senso de oportunidade. Entretanto, errar faz parte do processo de aprendizagem.
Assim, agora é hora de fechar o negócio. Se você é um dos
típicos profissionais com quem eu trabalho, a própria idéia disto já
o aterroriza. Bem, isto pode ser um pouco dramático, mas há o fator
medo. Precisamos olhar realisticamente para este medo.
12. Eu odeio papelada Tomemos a situação em que você fez uma visita mas não uma venda. Você descobriu alguns problemas que podem levar a uma venda mais adiante. É apenas a primeira visita. Você ficou conhecido(a). O que fazer?.Escreva uma carta. Se for apropriado, inclua um sumário de suas anotações. Depois, faça uma cópia dos seus registros da visita e colocar um lembrete para a próxima visita. Isto mantém seus registros atualizados. Algumas coisas que um programa de computador pode fazer por você: Registro de Clientes Potenciais e Atuais; Registro de Visitas Feitas; Um Sistema Seguro de Apontamentos; etc... Pode ser que você gerencie outros em um trabalho de visitas. Se for assim, precisa de relatórios de cada um de seus registros de visita. Os relatórios devem ser emitidos de acordo com sua atividade de visitas. Se faz oito ou dez visitas por semana, deve emitir o relatório semanalmente. Se faz oito ou dez visitas por mês, então emita o relatório mensalmente.
Isto deve ser suficiente para lhe dar uma idéia. Se
está gerenciando outros, isto lhe dá informação suficiente para
avaliar a eficácia das visitas, verificar se precisa envolver-se na
visita seguinte e gerenciar o processo de visitas em andamento. Se
está apenas administrando suas próprias visitas, isto lhe dará uma
ferramenta gerencial para medir sua própria eficácia. Manter estes
registros lhe dá uma história das visitas. Mais tarde, poderá fazer
uma reverificação e medir seus resultados levando em conta os
esforços dependidos.
13. Os clientes estão onde você os encontra “Isto é ótimo, mas onde vou praticar tudo o que aprendi? Como sei quem visitar? E depois que eu tiver decidido isto, como me preparo para fazer a visita?”. Parte da resposta a estas perguntas é chamada de “Prospecção”: localizar clientes que possam estar interessados em nossos produtos ou serviços, as pessoas que têm problemas que podemos resolver. A outra parte é chamada de “Pesquisa”: preparar-se para fazer a visita. Fazer prospecção é um trabalho sem fim. Enquanto estivermos no negócio de ajudar as pessoas a resolver problemas, a busca por aqueles que têm problemas é permanente. Você pode estar em uma grande empresa que tem um departamento de marketing que faça o trabalho de prospecção. Neste caso, você pode querer saltar para a parte sobre pesquisa. Entretanto, antes que salte, deixe-me dizer-lhe que acredito que todos em cada organização têm a responsabilidade de fazer a prospecção. Sem ela não temos uma empresa. Sem a empresa não temos um emprego.
A vida é muito curta para que eu trabalhe para uma empresa
em cujos produtos não acredito. Se você pensa do mesmo modo, então
quer que sua empresa seja bem-sucedida. Se sua empresa for
bem-sucedida, então ela deverá ter novos clientes para seus bens e
serviços. E é aí que você entra. Todos os que trabalham para uma
empresa podem ser os olhos e ouvidos do departamento de marketing.
Cada contato, cada amigo, cada companheiro de clube, e assim por
diante pode ser um cliente potencial para minha empresa. A esta
altura, deve estar pensando que eu estou lhe pedindo para tirar
vantagens de seus amigos. Estou. Mas vamos pôr isto em um contexto
diferente? Você está no negócio para resolver os problemas de seus
clientes. Você não quer resolver os problemas de um amigo
porque ele é um amigo?
14. Como chegamos ao fim deste livro? Os passos de uma visita são: 1) Preparação: A sua importância não pode ser exagerada. Sob este título principal, existem vários subtítulos. O 1º. desses é decidir quem visitar, a quem fazer prospecção. Clientes potenciais estão onde você os encontra. Eles vêm de toda parte. Basta dizer que fazer prospecção é trabalho de todos os que desejam que a companhia seja bem-sucedida. Visite 1º. os mais fáceis. Há algo em muitos de nós que diz que devemos atacar primeiro o trabalho difícil ou o menos desejável. Penso que sucesso puxa sucesso. Se você tem um cliente potencial a quem pensa que poderá vender facilmente, visite este 1º. , isto aumentará sua confiança. 2) Apresentação e desenvolvimento da comunicação: Você se apresenta, já observou o estilo do cliente. A conversa começa daí. Este é um momento para se soltar. Escute as piadas, ria. Relaxe e desfrute o show. Mas procure uma oportunidade para introduzir a “Declaração do Propósito da Visita”. Três ou quatro minutos de conversa fiada geralmente é o bastante. Mas, se continuar a abrir oportunidades para conversa, ela poderá ir longe. Sua entrevista pode ser interrompida antes do fim. Assim, preste atenção para a conclusão de um pensamento ou uma pausa, embora possa ser sutil e muito breve. 3) O desenvolvimento do problema: Agora, o trabalho começou. Você está armado(a) com perguntas, ouve bem e ativamente, toma notas, dá um retorno e faz comentários, balança a cabeça, diz: “Entendo, fale-me sobre isto”. Você ouve à procura de objetivos e problemas. Quando detectar um deles, faça perguntas mais detalhadas, fechadas. Você e o cliente definem juntos os objetivos e problemas. O cliente pode não ter compreendido claramente estes objetivos e problemas antes que você começasse a fazer perguntas. O próprio processo foi útil para ele. Mas enquanto você discute os problemas e o porquê de eles estarem impedindo o cliente de alcançar aqueles objetivos, um fator de motivação se estabelece. O cliente está começando a sentir a aflição dos problemas, o não atingimento do objetivo. Motivação é um trabalho interior. Você pode ajudar com o processo de questionamento/escuta. Mas a motivação vem de dentro da mente do cliente. 4) Retrospecto: Você pode fazer um retrospecto como uma resposta verbal ao que você ouviu. Geralmente ele toma apenas alguns segundos ou um minuto ou dois. Você toca nos pontos principais. Revê um pouco da situação e da história do cliente. Delineia os objetivos como eles foram apresentados. Então, discute os problemas que estão impedindo o cliente de atingir aqueles objetivos. 5) Apresentação da solução: Este é o seu momento, foi para isto que treinou. Você está para mostrar ao cliente como pode resolver o problema dele e ajudá-lo a atingir seus objetivos. Toda sua experiência em negócios é para este evento. Faça sua apresentação, que pode ser verbal, escrita, com flip charts, gráficos, quadro-negro, slides, retroprojetores ou aqueles modernos dispositivos para computadores. Ela pode ser feita para um indivíduo, para um comitê ou um conselho. Você pode fazer a apresentação sozinho ou contar com uma equipe para assisti-lo. Mas tenha sempre em mente que se tratam de colegas ajudando a resolver o problema como foi delineado. Responda às perguntas existentes na mente do cliente. 6) Conseguindo o negócio: Agora é o momento da verdade. Diga alguma coisa como: “Você acha que nós temos uma boa compreensão da sua situação, objetivos e problemas?”. Espere por uma concordância, pois já conseguiu anuência para todas as partes. Deverá conseguir concordância para esta pergunta. O que fará com a resposta, depende de você.
7)
Acompanhamento (follow-up):
Agora vem o acompanhamento. Volte para seu escritório e dê o próximo
passo, qualquer que ele seja. Se fez uma venda, então ponha as
engrenagens em movimento para efetuar as mudanças necessárias para
fornecer o serviço ou produto. Notifique a outros na sua
organização.
15. Não houve transação comercial, mas fizemos uma venda do mesmo jeito Síntese quanto à Compreensão: O que segue é um sumário do meu entendimento de sua situação, metas, objetivos e áreas de preocupação. Por favor, leia cuidadosamente para ver se tenho um entendimento completo. Por favor, informe-me de quaisquer erros, correções ou adições que você gostaria que eu fizesse. Síntese de Plano de Fundo: A empresa é uma espécie de combinação entre um representante de fábricas e um distribuidor que fornece tubos e conexões especializadas para o setor de petróleo e a indústria petroquímica. Coloque as informações adicionais pertinentes ao estudo. Objetivos.
Áreas de Preocupação.
16. Enfrentando a estrada Assim eu entrei para a área de gerenciamento da câmara de comércio depois de formado. Eu achava que gerentes de câmara davam voltas por aí sendo simpáticos para as pessoas da comunidade. Adivinhe! Descobri que o principal trabalho de um gerente de câmara é vender. Eu tinha me tornado um vendedor. Foi só anos depois que eu o admiti para todos, especialmente para mim mesmo. Talvez esta seja a razão pela qual eu passei tanto de minha vida adulta ensinando às pessoas que é bom vender, que vender é ajudar a resolver problemas. Na verdade, todos vendem alguma coisa. As crianças vendem aos seus pais a idéia de deixá-los fazer o que querem. Os pais vendem aos seus filhos a necessidade de fazer o que eles devem. Gerentes vendem aos funcionários a importância de fazerem um bom trabalho. Algumas pessoas têm que vender aos seus pares sua idéia para um novo projeto. Voluntários em organizações de caridade têm que vender. Políticos têm que vender a nós para conseguir nosso voto. Aliás, os poucos estadistas em quem eu posso pensar são os melhores em vendas. Desejo-lhe sorte no que quer que você faça. Eu não sei como é sua vida, que problemas você enfrenta, nem qual é seu negócio. Mas espero que qualquer que ele seja, você tenha a partir de agora algumas ferramentas novas para fazê-lo funcionar.
Boa sorte. Espero
que nos encontremos em algum lugar enquanto enfrentamos a estrada
por um destino feliz.
APRESENTAÇÃO: Formato
Words e Adobe (interativa)
Publicado
originalmente em língua inglesa sob o título: Nobody told me I'd
have to sell |
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MATERIAL DE APOIO:
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Você receberá ainda,
além da Apostila acima, o seguinte Material de Apoio que irá
auxiliá-lo em seu maior desenvolvimento na ARTE DE VENDER COM
SUCESSO (apenas na versão CD Rom): |
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BRINDE 01 - Curso básico de
Administração de Empresas nos formatos Words (.doc) e Adobe (.pdf)
com 40 páginas. |
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VERSÃO BAIXAR ON-LINE: Apostila VENDAS PARA QUEM NÃO NASCEU VENDEDOR nos formatos Words (.doc) e Adobe (.pdf). Cabe citar que as apostilas são IDÊNTICAS tanto em Words quanto Adobe, a diferença fica quanto a apresentação pois a em formato Adobe, permitirá a você navegação interativa (você vai diretamente a página que quiser), além de possuir uma apresentação e formato de impressão bastante superior as de formato Word.
VERSÃO CD ROM: Apostila VENDAS PARA QUEM NÃO NASCEU VENDEDOR nos formatos Words (.doc) e Adobe (.pdf) já descompactadas. Cabe citar que as apostilas são IDÊNTICAS tanto em Words quanto Adobe, a diferença fica quanto a apresentação pois as em formato Adobe, permitirá a você navegação interativa (você vai diretamente a página que quiser), além de possuírem uma apresentação e formato de impressão bastante superior as de formato Word.
BRINDE 01 - Curso básico de
Administração de Empresas nos formatos Words (.doc) e Adobe (.pdf)
com 40 páginas. |
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Como Adquirir: Depósito Bancário no:
BANCO DO BRASIL, BRADESCO, CAIXA ECONÔMICA, SANTANDER
ou UNIBANCO
(utilize seu Home-Broker para
transferências on-line para sua maior comodidade)
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Entrega
on-line:
Você receberá no seu
endereço de e-mail, um endereço eletrônico (link) para baixar um arquivo ZIPADO contento o material acima
descrito, no horário que melhor lhe convier.
A entrega será feita tão logo venhamos a confirmar seu depósito junto a
instituição bancária que você indicar no Formulário de Pedido.
Vale citar que o conteúdo deste Produto em CD Rom é bem mais abrangente,
você deve avaliar as diferenças entre os dois conteúdos para concluir o
mais interessante para você, sendo que as diferenças são os recursos a
mais que irão no CD e o fato de que em CD, você já receberá o Produto
totalmente pronto para uso, nada estará compactado. O conteúdo do Curso de Como Vender
Mais e Melhor em ambos os casos, são idênticos.
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